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Blog EntrySejam Bem Vindos - Euclésio BarbosaMay 22, '07 6:50 PM
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São mais de meio milhão de pessoas que mensalmente freqüentam os corredores do Mercado, se você ainda não conhece, está esperando o que?

 

Ele está de portas abertas para lhe receber, com seus 78 anos de vida lá se encontra de tudo, além de um ponto turístico, o local é dotado de diversão, em que a hospitalidade e o prazer em servir bem, tornaram sua marca.

 

A hospitalidade é tão grande, que a gerente administrativa do Mercado, Gisele Amaral, declara que o mercado recebe mensalmente uma média de 10 mil estrangeiros, e todos eles tem um único objetivo: se divertir.

 

Então junte sua turma e se prepare para entrar em um mundo onde o estresse não existe.


Defini-lo como um único gênero seria praticamente impossível. Com tanta diversidade de pessoas, culturas e lojas, o Mercado pode ser o que você quiser: lugar para fazer compras, para beber com os amigos, para tirar o sustento da família, para comprar o pãozinho do café, para agendar uma viagem e até mesmo um lugar para se embelezar.

 

Encontrar pessoas de várias idades, classes econômicas, de diferentes lugares do Brasil e do mundo e, desta forma, de diversas culturas é uma tarefa fácil ao adentrar-se pelos corredores do Mercado Central de Belo Horizonte. Principalmente nos fins de semana, quando o movimento aumenta consideravelmente. Além de receber pessoas de todos os jeitos, esse lugar ícone da capital mineira acolhe também todos tipos de comércio. Para citar todas as lojas que se reuni dentro do Mercado seria preciso um livro. Por isso, limita-se aludir às mais tradicionais e às mais distintas.

 

Os comércios mais tradicionais, ou seja, os que existem desde sua criação e permanecem até hoje, são: bares, bancas de frutas e de verduras, lojas de queijo, de artesanato, de especiarias, entre outros. Com o passar do tempo houve a diversificação. Atualmente o Mercado conta também com uma agência de viajem, três salão de beleza e uma mini-padaria.

 

Esses comércios, aparentemente exóticos para o ambiente, surgiram a partir da necessidade que os próprios trabalhadores do local tinham. Os salões de beleza, por exemplo, foram criados para atender a todos, mas o público alvo mesmo são as pessoas que trabalham no Mercado e não têm tempo para sair dali e cortar o cabelo, fazer as unhas.

 

Flávia, 21 anos, cliente de um dos salões de beleza relata exatamente isso ao dizer: “Trabalho aqui dentro há seis anos e antes não tinha tempo para fazer minhas unhas; agora as faço na hora do meu almoço. Os salões trouxeram comodidade para nós”.

 

A empreendedora Dona Anita, 60 anos, responsável pela mini-padaria, “Pão e Cia”, resolveu abrir o negócio por causa da carência deste tipo de comércio dentro do Mercado. ”Faltava uma padaria, já que aqui tem de tudo. Vi a necessidade do pão do dia-a-dia”, diz.

 

Por tudo isso e por toda a diversidade encontrada ali dentro, esse lugar é tão admirado pelos visitantes e valorizado pelos mineiros. Com isso, a única forma de defini-lo é dizendo que o Mercado de Belo Horizonte é o mercado de todos...!


Por: João Paulo Pires

 

O Mercado Central é conhecido por sua ampla diversidade de produtos, do carisma dos comerciantes e da segurança que ele proporciona. Amplas também são as finalidades que os seus visitantes o procuram. Dentre alimentos, artigos religiosos, diversão nos bares, existe também a área que se destina à compra e venda de animais. Área essa bastante visitada pelas crianças, que se encantam com os bichinhos que ali se encontram. 

 

O que poderia ser apenas uma rotina para muitas delas, acompanhar os pais as compras, ou simplesmente ser um passeio por um ponto turístico da capital mineira, se torna algo fascinante, pois quando se deparam frente a um cachorrinho, que retribui fazendo de tudo para chamar a atenção em sua jaula, poderia ficar ali por horas tentando convencer os pais, a levar seu mais novo amiguinho para casa. Muitos são os animais, filhotes de coelho, pássaros de diversas espécies, pintinhos, peixes, entre outros ...

 

Na pureza da infância, ela visa criar um vínculo de afeto apenas, mesmo que momentâneo, com aqueles animais. Porém ela não tem a consciência que ali não é um zoológico, com o propósito de exposição somente, e sim serem uma fonte de lucro dos seus proprietários com a venda. Muitos destes bichos se encontram em péssimas condições de tratamento, vivendo às vezes uns sobre os outros.

 

Contudo, para os pais, que na maioria das vezes não podem ceder sempre aos pedidos dos seus "filhotes", que por eles levariam todos os bichinhos.

Nota-se em seus olhos o prazer de  proporcionar um momento de felicidade para seus filhos, apresentando um mundo dentro do mercado que possivelmente já foi o seu desejo quando tinha a idade dos mesmos.


Blog EntryO Famoso Fígado Acebolado com JilóMay 3, '07 11:32 PM
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Por: Euclésio Barbosa  

 

Com a chegada dos portugueses a comida mineira foi introduzida logo no século XVI. E hoje é uma das mais apreciadas pelo Brasil, não só por causa da simplicidade nela existente, mas sim por um ingrediente primordial, a criatividade.

 

E ser criativo é sinônimo de ser ousado, e no Mercado Central o famoso prato conhecido pelo nome de fígado acebolado com jiló é um atrativo em todos os bares. O numero de pedidos não para de crescer, o Gerente do bar Bom Grill, Fabiano Dutra, relata que nunca teve nenhum cliente que reclamasse do prato naquele bar e mesmo quem não goste de jiló pode apreciar o prato e sair de lá satisfeito.

 

O preço da porção depende do bar escolhido, mas varia em torno de R$10,90 a R$14,00, é indispensável o acompanhamento de uma deliciosa cerveja gelada.A fama cresceu tanto que o prato já é uma tradição do mercado e neste ano o restaurante Casa Cheia está participando do festival de comida di Buteco 2007, cujo tira-gosto é pernil e fígado na chapa com jiló acebolado.

 

Caso esteja passando pelo mercado, por qualquer motivo que seja, vale a pena fazer degustação do prato, com certeza sairá mais de bem com a vida.


Blog EntryPartindo para a exploração do campoApr 27, '07 6:08 PM
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Por: Débora Ferreira

 

Em funcionamento desde 1929, a maior feira de Belo Horizonte, o Mercado Central,  hoje ocupa um quarteirão do centro da capital entre as Ruas Curitiba, Santa Catarina, dos Goitacazes e Av. Augusto de Lima. Considerado como uns dos principais pontos turísticos da cidade, o Mercado é visitado constantemente por turistas e pelos mineiros que além de realizarem suas compras para abastecimento de seus lares, fazem daquele ambiente um local de diversão, em que amizades são compartilhadas junto com os produtos oferecidos.

 

Dentre as formas de lazer encontradas pode-se destacar os famosos bares, as lojas de produtos artesanais entre outras, as quais ainda serão descobertas. O autor do livro Mercado Central, Fernando Brant afirma que o local  representa a cultura de Minas, bem como é considerado um espaço democrático, em que não há lugar para nenhuma hierarquia social.

 

Escolhido como alvo de pesquisa antropológica do grupo, Alessandra, Daiane, Débora, Euclésio, Fernanda, João , Natália e Thiago, esses se comprometendo a encontrar e avaliar as diversas formas de lazer e entretenimento encontradas no local, baseando-se em pesquisas cientifica e observação participante, a qual será relatada no próximo texto a ser postado.

 


Blog EntryE foi dada a largada !Apr 26, '07 7:38 AM
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Competição de bares movimenta todos os cantos de Beagá.

 

Por: Alessandra Gálatas

 

Teve início no dia 9, a peregrinação por 41 bares da capital mineira. Não se assuste, não é nenhum movimento religioso contra freqüentadores desses recintos, mas sim, o 7º "Comida di Buteco" de Belo Horizonte, competição que premia o bar com maior votação durante os 31 dias do evento.

 

Entre os bares concorrentes, está o Casa Cheia,localizado no Mercado Central, com seu prato mais célebre: o Tradição do Mercado, receita que une pernil,fígado na chapa com jiló acebolado (ahhh!! só de falar deu água na boca),mas essa receita já vem de longa data e seu nome não é em vão.

 

Realmente, trata-se de uma tradição. A proprietária, Maria Nazaré de Jesus, hoje com seus 84 anos, saiu do interior em 1949 e veio para a capital com o marido e filhos. Começou vendendo bananas no mercado, porém esse negócio não deu muito certo e, depois de dez anos, começou a fazer comida pra vender. Isso já faz 36 anos. Seus pratos já ganharam fama e cerca de 200 a 300 pessoas freqüentam seu restaurante diariamente, mantendo sempre a casa cheia.

 

E o grupo de pesquisa formado pelos alunos de jornalismo do UNI-BH irá conferir se esta casa fica realmente cheia.


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